Domingo - onze da manhã
Nada parecia fluir
O barulho dos carros me parecia silenciosos
As ruas estreitas
A paisagem em preto e branco
O medo de ir embora
O sentimento se acabando
O mundo me gritando
Quando de repente, não mais que de repente
Entra VIDA dentro do carro
No meio de um vidro mal aberto
Uma pequena e frágil borboleta
Tão significativa...
Brotando esperança, luz, sensibilidade, vida...
Onde? Quando? Ali naquele momento? Naquela relação?
...como Caio F. eu diria sim, eu sentia sim, eu queria sins.
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