Acabei de chegar do show mais lindo e mais inexplicável que eu já fui: Oswaldo Montenegro.
...e pra continuar nesse infinito de sensações e sentimentos, mais um pouquinho de tanto...
Deixa em cima desta mesa a foto que eu gostava
Pr'eu pensar que o teu sorriso envelheceu comigo
Deixa eu ter a tua mão mais uma vez na minha
Pra que eu fotografe assim meu verdadeiro abrigo
Deixa a luz do quarto acesa a porta entreaberta
O lençol amarrotado mesmo que vazio
Deixa a toalha na mesa e a comida pronta
Só na minha voz não mexa eu mesmo silencio
Deixa o coração falar o que eu calei um dia
Deixa a casa sem barulho achando que ainda é cedo
Deixa o nosso amor morrer sem graça e sem poesia
Deixa tudo como está e se puder, sem medo
Deixa tudo que lembrar eu finjo que esqueço
Deixa e quando não voltar eu finjo que não importa
Deixa eu ver se me recordo uma frase de efeito
Pra dizer te vendo ir fechando atrás da porta
Deixa o que não for urgente que eu ainda preciso
Deixa o meu olhar doente pousado na mesa
Deixa ali teu endereço qualquer coisa aviso
Deixa o que fingiu levar mas deixou de surpresa
Deixa eu chorar como nunca fui capaz contigo
Deixa eu enfrentar a insônia como gente grande
Deixa ao menos uma vez eu fingir que consigo
Se o adeus demora a dor no coração se expande
Deixa o disco na vitrola pr'eu pensar que é festa
Deixa a gaveta trancada pr'eu não ver tua ausência
Deixa a minha insanidade é tudo que me resta
Deixa eu por à prova toda minha resistência
Deixa eu confessar meu medo do claro e do escuro
Deixa eu contar que era farsa minha voz tranqüila
Deixa pendurada a calça de brim desbotado
Que como esse nosso amor ao menor vento oscila
Deixa eu sonhar que você não tem nenhuma pressa
Deixa um último recado na casa vizinha
Deixa de sofisma e vamos ao que interessa
Deixa a dor que eu lhe causei agora é toda minha
Deixa tudo que eu não disse mas você sabia
Deixa o que você calou e eu tanto precisava
Deixa o que era inexistente e eu pensei que havia
Deixa tudo o que eu pedia mas pensei que dava...
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
...menear
Presença de paz a ausência me faz gente demais cansaço extremo busco flanar na areia em passos tranquilos o crepúsculo a me embalar e o vento o diáfano carregando melodias a exaltar o sentimento que as palavras ali querem saltar de ser tão entreaberta de certo universo.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Textinho antigo que encontrei ao acaso...
Hoje parei para pensar enquanto minha febre aumentava...
Como é?
Como é estranho sentirmos tanta falta de alguém, caminhar e pensar no caminhar dessa outra pessoa, falar e ao pronunciar lembrar-se das mesmas palavras que você ouvia da boca da outra, sentir um aroma e não se identificar, porque seu olfato já selecionou um cheiro significativo que vai nortear seu prazer àquela fragrância.
Como é escutar uma música e querer mostrar ao mundo o quanto é real o momento que você está vivendo, dormir e sonhar com a pessoa ao seu lado, viajar na aula de lingüística pensando no que a pessoa deve estar sentindo, é você ser paquerada e não se sentir livre e aberta para receber e compartilhar daquele instante, são redes sociais que demonstram felicidade e capacidade todo momento e você olha tudo isso e se pergunta, Será mesmo tudo aquilo?
Como é comer alguma coisa e se remeter automaticamente a pessoa comendo a mesma coisa em um determinado lugar falando tais coisas com você, é sentir saudades da companhia enquanto a cidade dorme e você não, é a vida te dando presentes e te fazendo caminhar e você querendo compartilhar todos esses momentos com quem? Com a mesma pessoa.
Seu corpo pedindo cuidado, carinho, toque, prazer e toda sua razão gritando loucamente que não, é sua mágoa e seu entendimento a beira da loucura, já cansados de tanto, e ainda sim seu coração palpitando a milhões por hora se rasgando no sim.
É o cuidado de não se permitir por causa de um sentimento, é o medo da distância, dos dias, das pessoas, da solidão, é a falta de esperança de vivenciar os mesmos dias, momentos, palavras, toques. É de fato um se fechar para uma entrega na vida.
Como é imaginar outra pessoa tocando tudo àquilo que te completa, que te basta, como é imaginar que tudo que foi dito se perdeu em curto prazo, é entender que nada é cuidado, nada é fácil.
Pensamos,não pensamos, agimos e não agimos, queremos, mas sempre lutamos por não, fazemos pelo não, buscamos o não.
Não a entrega, não a conquista, não a divisão, não ao entendimento, não a conclusão, não...
Quando vamos para e começar a dizer sim, para aquilo que nos faz feliz, independentemente de convenções, de preceitos, de padrões, de nós? Nós... Acabamos com tudo, acabamos com o nada e assim acabamos com o que nos resta, a possibilidade de um caminho suave.
Amor? Sentimentos? Qualidades? Confiança? Desejo? Força? Decisão?
Sim, tudo isso e mais um turbilhão de sensações...
MAS NÃO... Nada disso é extremamente significativo.
domingo, 11 de setembro de 2011
Florita...
...sem pretensões, sem medicamentos, deixar cada sílaba fazer sua cena e viver seus pensamentos!
Domingo sem festa
Em meio, tanto cãos
Cadê a esperança que dizem nunca se acabar?
Invadida, agredida, nua...
Você me observa, me analisa, reconhece.
O que? A mim?
Alegro-me, espero de ti, sincero audível,
Insolúvel, ferido...assim meio comedido
Assim intuitivo!
Cadê a esperança que dizem nunca se acabar?
Invadida, agredida, nua...
Você me observa, me analisa, reconhece.
O que? A mim?
Alegro-me, espero de ti, sincero audível,
Insolúvel, ferido...assim meio comedido
Assim intuitivo!
O que antes era fantástico
Hoje torna-se banal
Regados de frustrações, falsos discursos
Ainda contínuos, ainda bonitos
Mas somente ilusórios
Experiências tamanhas, fechada ao cotidiano
Ao surtar da mesma posição a alegria
Sempre teoria, e no fim nada prática
Vivendo necessidades & praticando a banalidade
Silêncio... maior facilidade.
Hoje torna-se banal
Regados de frustrações, falsos discursos
Ainda contínuos, ainda bonitos
Mas somente ilusórios
Experiências tamanhas, fechada ao cotidiano
Ao surtar da mesma posição a alegria
Sempre teoria, e no fim nada prática
Vivendo necessidades & praticando a banalidade
Silêncio... maior facilidade.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Agosto...
Levará os nossos nãos...
O descaminho será o próximo caminho
E você mais não...
Que venha a renovação de viver as paixões
fazendo setembro em meio escuridão.
O descaminho será o próximo caminho
E você mais não...
Que venha a renovação de viver as paixões
fazendo setembro em meio escuridão.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Desrespeitoso
Até onde encontro
Sinto latejar o vento quente
As janelas mal lavadas e aquele gosto de fel
Ainda continuam
O apaziguar da noite
Traz o céu cinzento
Carregado de seus pequenos rituais banalizados
E a esperança escandalizada
No canto menor da parede ao lado
Esquemas, páginas, estante
Tudo transforma nesse cãos interior
Desconhecido,
Desconhecido,
Desconhecido...!
Sinto latejar o vento quente
As janelas mal lavadas e aquele gosto de fel
Ainda continuam
O apaziguar da noite
Traz o céu cinzento
Carregado de seus pequenos rituais banalizados
E a esperança escandalizada
No canto menor da parede ao lado
Esquemas, páginas, estante
Tudo transforma nesse cãos interior
Desconhecido,
Desconhecido,
Desconhecido...!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Não...
Saudade? Desejo? Impulso?
Vontade? Tesão? Paixão?
Amor? Tempo? Amor?
Saudade? Saudade? Saudade?
...
A.m.o.r
Vontade? Tesão? Paixão?
Amor? Tempo? Amor?
Saudade? Saudade? Saudade?
...
A.m.o.r
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Morta e ingênua...
...ontem seu beijo me lembrou chocolate quente com sabor de morango ao chantilly cantarolei a canção de antes em uma condição ímpar esperando que alguém complete aquela função amor continuando aquilo que dei pra você e que será sempre adorável me entreguei ao beijo por instantes me esqueci do nada que pairava ao redor das vísceras expostas há dias em busca de organização me senti mulher me deixei levar ao hedonismo de tudo que me cabia acreditei novamente mas sem perceber estava eu envolvida não naquele momento e sim na ausência que buscava aquilo de você que ficou em mim e não teve fim perdeu-se tudo perdeu-se o nada que tinha e ficou restando apenas isso consolo chorei e reclamei abrigo estava dentro de mim voltei a sentir seu abraço mas já estava escuro então peguei as chaves do carro a bolsa e o cigarro que estavam na mão esquerda e continuei como deveria ser o caminho.
terça-feira, 5 de julho de 2011
§
As pessoas estão surtadas, falamos A elas entendem B, concordam & depois discordam, como se nada tivesse feito algum sentido, amam & desamam como troca de roupa, buscam no passado coisas jamais cogitadas, tentam te fazer pior do que a vida ensina, constroem discursos pautados em nada e descontroem pautados em tudo, meu Deus...
Para tudo! Mais racionalidade, mais dignidade, mais entrega, mais VERDADE!
Para tudo! Mais racionalidade, mais dignidade, mais entrega, mais VERDADE!
terça-feira, 28 de junho de 2011
Nunca desejei tanto nascer novamente, assim, sem qualquer lembrança do passado, sem nada por dentro. Ando começando a me sentir assim...
Não quero que ninguém me conheça, quero ter paz, quero ser a minha paz.
Como nos enganamos e nos levantamos, quem está te pesando? por favor, o amor cega mesmo, por um tempo. Tudo é lindo, amável e aceitável, mas tudo por um tempo... Que aproveitemos esse tempo, que façamos as coisas mais ridículas, que nos tornemos aquilo que verbalizamos e que em algum momento não nos parece suficiente, mas que vivamos.. assim... como queremos!
...e antes dos achismos, que nos tornemos mais humanos e menos dependentes.
Amor ( assim: AMOR ) + Paz = Felicidade! Plenitude !
...
Não quero que ninguém me conheça, quero ter paz, quero ser a minha paz.
Como nos enganamos e nos levantamos, quem está te pesando? por favor, o amor cega mesmo, por um tempo. Tudo é lindo, amável e aceitável, mas tudo por um tempo... Que aproveitemos esse tempo, que façamos as coisas mais ridículas, que nos tornemos aquilo que verbalizamos e que em algum momento não nos parece suficiente, mas que vivamos.. assim... como queremos!
...e antes dos achismos, que nos tornemos mais humanos e menos dependentes.
Amor ( assim: AMOR ) + Paz = Felicidade! Plenitude !
...
Não adianta...
Não adianta,
Não adianta nada ver a banda,
Tocando "A Banda" em frente da varanda,
Não adianta o mar,
E nem a sua dor.
Não adianta,
Não adianta o bonde, a esperança,
E nem voltar um dia a ser criança,
O sonho acabou,
E o que adiantou?
Não tenho pressa,
Mas tenho um preço,
E todos tem um preço,
E tenho um canto,
Um velho endereço,
O resto é com vocês,
O resto não tem vez.
O que importa,
É que já não me importa, o que importa,
É que ninguém bateu em minha porta,
É que ninguém morreu,
ninguém morreu por mim.
Não quero nada,
Não deixo nada, que não tenho nada,
Só tenho o que me falta e o que me basta,
No mais é ficar só,
Eu quero ficar só.
Não adianta,
Não adianta, que não adianta,
Não é preciso, que não é preciso,
Então pra que chorar?
Então pra que chorar?
Quem está no fogo, está pra se queimar,
Então pra que chorar?
Zeca Baleiro
Não adianta nada ver a banda,
Tocando "A Banda" em frente da varanda,
Não adianta o mar,
E nem a sua dor.
Não adianta,
Não adianta o bonde, a esperança,
E nem voltar um dia a ser criança,
O sonho acabou,
E o que adiantou?
Não tenho pressa,
Mas tenho um preço,
E todos tem um preço,
E tenho um canto,
Um velho endereço,
O resto é com vocês,
O resto não tem vez.
O que importa,
É que já não me importa, o que importa,
É que ninguém bateu em minha porta,
É que ninguém morreu,
ninguém morreu por mim.
Não quero nada,
Não deixo nada, que não tenho nada,
Só tenho o que me falta e o que me basta,
No mais é ficar só,
Eu quero ficar só.
Não adianta,
Não adianta, que não adianta,
Não é preciso, que não é preciso,
Então pra que chorar?
Então pra que chorar?
Quem está no fogo, está pra se queimar,
Então pra que chorar?
Zeca Baleiro
terça-feira, 24 de maio de 2011
... vento que bate lá dentro,
dentro, do vazio do caminho,
não acertado e extremamente
julgado.
Falo!como se houvesse dor,
que corrói, dói e volta a doer,
sentimento de desacerto,
tudo em vão. Vão não!
PERDÃO.
Carecido de olhares grão,
dentro do escapismo criado,
em momentos de solidão,
buscando a mão,
que está sempre no
chão...
precisando de
ATENÇÃO!
dentro, do vazio do caminho,
não acertado e extremamente
julgado.
Falo!como se houvesse dor,
que corrói, dói e volta a doer,
sentimento de desacerto,
tudo em vão. Vão não!
PERDÃO.
Carecido de olhares grão,
dentro do escapismo criado,
em momentos de solidão,
buscando a mão,
que está sempre no
chão...
precisando de
ATENÇÃO!
...
Volto ao lugar da dor,
essa que já estava adormecida,
me fez sentir sofrida,
por não ser desenvolvida.
Quisera eu acertar,
todos os ponteiros,
recolocar os acentos,
numa noite fria, sozinha.
As árvores batem suas folhas,
meu ser se bate,
a cobrança aumenta e palpita
a leveza dos conhecimentos e dos
dias...
Quisera compreender o
interesse alheio,
suas permissões,
acertar a anedota que me fez calar
clichês que não consigo disfarçar
sofrimento que me faz urrar...
Volto ao lugar da dor,
essa que já estava adormecida,
me fez sentir sofrida,
por não ser desenvolvida.
Quisera eu acertar,
todos os ponteiros,
recolocar os acentos,
numa noite fria, sozinha.
As árvores batem suas folhas,
meu ser se bate,
a cobrança aumenta e palpita
a leveza dos conhecimentos e dos
dias...
Quisera compreender o
interesse alheio,
suas permissões,
acertar a anedota que me fez calar
clichês que não consigo disfarçar
sofrimento que me faz urrar...
sábado, 21 de maio de 2011
Último mês
Piso em um caco,
bato o carro,
dia cansado,
batem no meu carro,
dia agitado,
arrombam o carro,
dia magoado
corro, paro...
perdas, tristeza, mágoas,
olhares famintos,
desejos reprimidos,
silêncio...
instante! acontece, amor...
Volta! paz...
bato o carro,
dia cansado,
batem no meu carro,
dia agitado,
arrombam o carro,
dia magoado
corro, paro...
perdas, tristeza, mágoas,
olhares famintos,
desejos reprimidos,
silêncio...
instante! acontece, amor...
Volta! paz...
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Canção pra não voltar...
"Não volte pra casa meu amor que aqui é triste
Não volte pro mundo onde você não existe
Não volte mais
Não olhe pra trás
Mas não se esqueça de mim não
Não me lembre que o sol nasce no leste e no oeste morre depois
O que acontece é triste demais
Pra quem não sabe viver pra quem não sabe amar
Não volte pra casa meu amor que a casa é triste
Desde que você partiu aqui nada existe
Então não adianta voltar
Acabou o seu tempo acabou o seu mar acabou seu dia
Acabou, acabou
Não volte pra casa meu amor que aqui é triste
Vá voar com o vento que só lá você existe
Não esqueça que não sei mais nada
Nada de você
Não me espere porque eu não volto logo
Não nade porque eu me afogo
Não voe porque eu caio do ar
Não sei flutuar nas nuvens como você
Você não vai entender
Que eu não sei voar
Eu não sei mais nada
Dó com baixo em dó
Sol com baixo em si
Lá com baixo em lá
Lá com baixo em sol
Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol"
A banda mais bonita da cidade
Não volte pro mundo onde você não existe
Não volte mais
Não olhe pra trás
Mas não se esqueça de mim não
Não me lembre que o sol nasce no leste e no oeste morre depois
O que acontece é triste demais
Pra quem não sabe viver pra quem não sabe amar
Não volte pra casa meu amor que a casa é triste
Desde que você partiu aqui nada existe
Então não adianta voltar
Acabou o seu tempo acabou o seu mar acabou seu dia
Acabou, acabou
Não volte pra casa meu amor que aqui é triste
Vá voar com o vento que só lá você existe
Não esqueça que não sei mais nada
Nada de você
Não me espere porque eu não volto logo
Não nade porque eu me afogo
Não voe porque eu caio do ar
Não sei flutuar nas nuvens como você
Você não vai entender
Que eu não sei voar
Eu não sei mais nada
Dó com baixo em dó
Sol com baixo em si
Lá com baixo em lá
Lá com baixo em sol
Fá com baixo em fá
Fá com baixo em fá sustenido
Sol com baixo em sol
Sol com lá bemol"
A banda mais bonita da cidade
terça-feira, 10 de maio de 2011
Memórias de sexta passada...
Substância estranha, senti-me na beira da loucura. Meus braços coçavam, meu coração se contraia e ficava lento, demonstrando que ia parar de funcionar a qualquer momento, um sentimento de desejo de querer e ao mesmo tempo uma luta interior infinita, de um lado a razão, do outro a emoção, não assim meio a meio...mas um apanhado de lembranças, desejos, medos, frustações se sobrepondo uns aos outros, se misturando, me trazendo a morte, e eu lutando pela vida, pela razão, pela fuga, pelo escapismo. Deparei-me em um estado de pãnico, pânico de mim, dos meus pensamentos, do meu interior, não passava, não melhorava, já tinha perdido as forças para lutar por aquele momento, quando fui surpreendida finalmente por um sono de entrega, de esgotamento, de cansaço. Dormi... Sonhei... Acordei... Olhei em volta tudo me parecia indiferente, voltei a querer dormir,consegui, acordei novamente e me perguntei: Teria sido tudo um pesadelo? Foi quando a resposta me veio em poucos minutos...fui acordada e as reminiscências piores que da noite anterior...
Você quer mesmo vir?
...então venha!
Faça-me sua, coloque-me suspensa.
Se eu estou aberta? Descoberta?
Talvez, aliás, Não! Não! Não!
Faça-me sua, coloque-me suspensa.
Se eu estou aberta? Descoberta?
Talvez, aliás, Não! Não! Não!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
...é o que me interessa
"Daqui desse momento
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.
Quem vai virar o jogo
E transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa.
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
Às vezes eu pressinto e é como uma saudade
De um tempo que ainda não passou
Me traz o seu sossego
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurra em meu ouvido
Só o que me interessa.
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa."
Lenine
Do meu olhar pra fora
O mundo é só miragem
A sombra do futuro
A sobra do passado
Assombram a paisagem.
Quem vai virar o jogo
E transformar a perda
Em nossa recompensa
Quando eu olhar pro lado
Eu quero estar cercado
Só de quem me interessa.
Às vezes é um instante
A tarde faz silêncio
O vento sopra a meu favor
De um tempo que ainda não passou
Atrasa o meu relógio
Acalma a minha pressa
Me dá sua palavra
Sussurra em meu ouvido
A lógica do vento
O caos do pensamento
A paz na solidão
A órbita do tempo
A pausa do retrato
A voz da intuição
A curva do universo
A fórmula do acaso
O alcance da promessa
O salto do desejo
O agora e o infinito
Só o que me interessa."
Lenine
terça-feira, 3 de maio de 2011
...a borboleta
Domingo - onze da manhã
Nada parecia fluir
O barulho dos carros me parecia silenciosos
As ruas estreitas
A paisagem em preto e branco
O medo de ir embora
O sentimento se acabando
O mundo me gritando
Quando de repente, não mais que de repente
Entra VIDA dentro do carro
No meio de um vidro mal aberto
Uma pequena e frágil borboleta
Tão significativa...
Brotando esperança, luz, sensibilidade, vida...
Onde? Quando? Ali naquele momento? Naquela relação?
...como Caio F. eu diria sim, eu sentia sim, eu queria sins.
Nada parecia fluir
O barulho dos carros me parecia silenciosos
As ruas estreitas
A paisagem em preto e branco
O medo de ir embora
O sentimento se acabando
O mundo me gritando
Quando de repente, não mais que de repente
Entra VIDA dentro do carro
No meio de um vidro mal aberto
Uma pequena e frágil borboleta
Tão significativa...
Brotando esperança, luz, sensibilidade, vida...
Onde? Quando? Ali naquele momento? Naquela relação?
...como Caio F. eu diria sim, eu sentia sim, eu queria sins.
I Dreamed A Dream
I dreamed a dream in time gone by
When hopes were high and life worth living,
I dreamed that love would never die
I dreamed that God would be forgiving
Then I was young and unafraid,
When dreams were made and used and wasted
There was no ransom to be payed,
No song unsung, no wine untasted
But the tigers come at night,
With their voices soft as thunder,
As they tear your hope apart
As they turn your dreams to shame
And still I dreamed he'd come to me
And we would live the years together,
But there are dreams that cannot be
And there are storms we cannot weather
I had a dream my life would be
So different from this hell I'm living
So different now from what it seemed
Now life has killed the dream I dreamed
segunda-feira, 2 de maio de 2011
1/2
... não foi a ficha que caiu
não foi a mensagem mais que desnecessária
foi sim a falta de sensibilidade
do ato revoltado no começo de uma manhã perdida
no início de uma semana que florescia.
... não se preocupe, não me preocupo
acreditemos na sanidade do bom senso.
não foi a mensagem mais que desnecessária
foi sim a falta de sensibilidade
do ato revoltado no começo de uma manhã perdida
no início de uma semana que florescia.
... não se preocupe, não me preocupo
acreditemos na sanidade do bom senso.
13:47
Hoje sai de mim,
Superei toda intensidade da dor,
Negativamente por demonstrações físicas,
Que foram me sufocando e me fazendo pequena,
Quando o que eu mais queria era ser grande.
Mostraram a frieza e a capacidade de enganar, de enganar?
Nao! Talvez inconscientemente, mas de planejar e se preparar egoisticamente.
Tudo bem...melhor do que ter reproduzido padrões e machucado mais.
No fim de mim, de sonhos, de viagem, de mudanças...
Tudo destruído por um momento repentino e veloz.
Tudo perdido no discurso vão de nós...
Superei toda intensidade da dor,
Negativamente por demonstrações físicas,
Que foram me sufocando e me fazendo pequena,
Quando o que eu mais queria era ser grande.
Mostraram a frieza e a capacidade de enganar, de enganar?
Nao! Talvez inconscientemente, mas de planejar e se preparar egoisticamente.
Tudo bem...melhor do que ter reproduzido padrões e machucado mais.
No fim de mim, de sonhos, de viagem, de mudanças...
Tudo destruído por um momento repentino e veloz.
Tudo perdido no discurso vão de nós...
domingo, 1 de maio de 2011
...
Nada de Oswaldo, nada de Paula Fernandes, nada de Caio ou qualquer outro poeta... outra órbita, outra personalidade, saia do sonho, entra na realidade, mais cruel, menos passível de mudanças, mais eloquente ou desculpe-se por ter acreditado na possibilidade de vida, de alegria e de serenidade.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Hoje
...Ali o dia me rompendo até as entranhas e me fazendo gigante quando não passo de uma anã. Sentindo ar, a chuva, o céu e até o palpitar das outras pessoas nos outros carros, tudo isso me soava distante e estranho. Onde fora que eu perdi aquilo que eu costumava ser? Onde ficaram meus objetos mais queridos? Onde se encontram todas aquelas pessoas que me faziam feliz? Todas as perguntas me pareciam indignas, não me sentia capaz de tomar uma postura imediata porque simplesmente não conseguia enxergar uma solução imediata, queria tudo e ao mesmo tempo não queria nada, me sentia impotente diante de uma coisa simples, chamada: VIDA!
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