domingo, 11 de setembro de 2011
Florita...
...sem pretensões, sem medicamentos, deixar cada sílaba fazer sua cena e viver seus pensamentos!
Domingo sem festa
Em meio, tanto cãos
Cadê a esperança que dizem nunca se acabar?
Invadida, agredida, nua...
Você me observa, me analisa, reconhece.
O que? A mim?
Alegro-me, espero de ti, sincero audível,
Insolúvel, ferido...assim meio comedido
Assim intuitivo!
Cadê a esperança que dizem nunca se acabar?
Invadida, agredida, nua...
Você me observa, me analisa, reconhece.
O que? A mim?
Alegro-me, espero de ti, sincero audível,
Insolúvel, ferido...assim meio comedido
Assim intuitivo!
O que antes era fantástico
Hoje torna-se banal
Regados de frustrações, falsos discursos
Ainda contínuos, ainda bonitos
Mas somente ilusórios
Experiências tamanhas, fechada ao cotidiano
Ao surtar da mesma posição a alegria
Sempre teoria, e no fim nada prática
Vivendo necessidades & praticando a banalidade
Silêncio... maior facilidade.
Hoje torna-se banal
Regados de frustrações, falsos discursos
Ainda contínuos, ainda bonitos
Mas somente ilusórios
Experiências tamanhas, fechada ao cotidiano
Ao surtar da mesma posição a alegria
Sempre teoria, e no fim nada prática
Vivendo necessidades & praticando a banalidade
Silêncio... maior facilidade.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Agosto...
Levará os nossos nãos...
O descaminho será o próximo caminho
E você mais não...
Que venha a renovação de viver as paixões
fazendo setembro em meio escuridão.
O descaminho será o próximo caminho
E você mais não...
Que venha a renovação de viver as paixões
fazendo setembro em meio escuridão.
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