segunda-feira, 11 de julho de 2011

Morta e ingênua...

...ontem seu beijo me lembrou chocolate quente com sabor de morango ao chantilly cantarolei a canção de antes em uma condição ímpar esperando que alguém complete aquela função amor continuando aquilo que dei pra você e que será sempre adorável me entreguei ao beijo por instantes me esqueci do nada que pairava ao redor das vísceras expostas há dias em busca de organização me senti mulher me deixei levar ao hedonismo de tudo que me cabia acreditei novamente mas sem perceber estava eu envolvida não naquele momento e sim na ausência que buscava aquilo de você que ficou em mim e não teve fim perdeu-se tudo perdeu-se o nada que tinha e ficou restando apenas isso consolo chorei e reclamei abrigo estava dentro de mim voltei a sentir seu abraço mas já estava escuro então peguei as chaves do carro a bolsa e o cigarro que estavam na mão esquerda e continuei como deveria ser o caminho.

terça-feira, 5 de julho de 2011

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As pessoas estão surtadas, falamos A elas entendem B, concordam & depois discordam, como se nada tivesse feito algum sentido, amam  & desamam como troca de roupa, buscam no passado coisas jamais cogitadas, tentam te fazer pior do que a vida ensina, constroem discursos pautados em nada e descontroem pautados em tudo, meu Deus...


Para tudo! Mais racionalidade, mais dignidade, mais entrega, mais VERDADE!