domingo, 1 de maio de 2011

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Nada de Oswaldo, nada de Paula Fernandes, nada de Caio ou qualquer outro poeta... outra órbita, outra personalidade, saia do sonho, entra na realidade, mais cruel, menos passível de mudanças, mais eloquente ou desculpe-se por ter acreditado na possibilidade de vida, de alegria e de serenidade.

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