terça-feira, 28 de junho de 2011

Nunca desejei tanto nascer novamente, assim, sem qualquer lembrança do passado, sem nada por dentro. Ando começando a me sentir assim...
Não quero que ninguém me conheça, quero ter paz, quero ser a minha paz.
Como nos enganamos e nos levantamos, quem está te pesando? por favor, o amor cega mesmo, por um tempo. Tudo é lindo, amável e aceitável, mas tudo por um tempo... Que aproveitemos esse tempo, que façamos as coisas mais ridículas, que nos tornemos aquilo que verbalizamos e que em algum momento não nos parece suficiente, mas que vivamos.. assim... como queremos!

...e antes dos achismos, que nos tornemos mais humanos e menos dependentes.

Amor ( assim:  AMOR ) + Paz = Felicidade! Plenitude !

...
Dia novo, rotina nova, problemas novos,
Expectativas velhas, desejos antigos, esperança morta...

Cadê você, vida?

Traz novamente aquela alegria de acordar e ver nada durante um dia qualquer e se sentir completo...

Não adianta...

Não adianta,
Não adianta nada ver a banda,
Tocando "A Banda" em frente da varanda,
Não adianta o mar,
E nem a sua dor.
Não adianta,
Não adianta o bonde, a esperança,
E nem voltar um dia a ser criança,
O sonho acabou,
E o que adiantou?
Não tenho pressa,
Mas tenho um preço,
E todos tem um preço,
E tenho um canto,
Um velho endereço,
O resto é com vocês,
O resto não tem vez.
O que importa,
É que já não me importa, o que importa,
É que ninguém bateu em minha porta,
É que ninguém morreu,
ninguém morreu por mim.
Não quero nada,
Não deixo nada, que não tenho nada,
Só tenho o que me falta e o que me basta,
No mais é ficar só,
Eu quero ficar só.
Não adianta,
Não adianta, que não adianta,
Não é preciso, que não é preciso,
Então pra que chorar?
Então pra que chorar?
Quem está no fogo, está pra se queimar,
Então pra que chorar?

Zeca Baleiro